Honda NC750X 2026 chega repaginada e conquista pelo equilíbrio entre força e conforto

Agora com painel TFT colorido de 5 polegadas, a NC750X 2026 entrega pilotagem mais conectada e segura para qualquer tipo de trajeto.

Há motos que simplesmente cumprem o papel de transportar. E há aquelas que fazem o coração do piloto acelerar antes mesmo de girar a chave. A Honda NC750X 2026 pertence a esse segundo grupo. O modelo chega com uma mistura irresistível de tecnologia, estilo e desempenho, consolidando uma trajetória que começou lá em 2012 e nunca parou de evoluir.

Desde o primeiro olhar, a nova geração impressiona. As linhas redesenhadas, o grupo óptico em LED e o painel TFT colorido de 5 polegadas revelam o cuidado da Honda em entregar uma experiência visual e sensorial completa. Não se trata apenas de pilotar, mas de sentir que cada detalhe foi pensado para tornar o trajeto mais envolvente — seja no asfalto urbano ou na estrada aberta.

A NC sempre teve o dom de unir o útil ao agradável. Seu famoso compartimento frontal de 23 litros, capaz de guardar um capacete integral, segue firme como um diferencial prático e indispensável. Agora, com porta USB-C e acabamento redesenhado, ele reforça o caráter inteligente da moto — que pensa na rotina real do motociclista.

O motor bicilíndrico de 745 cc é uma aula de engenharia equilibrada. Ele entrega 58 cv de potência e 7,0 kgf.m de torque, o suficiente para garantir respostas rápidas sem abrir mão da suavidade. A sensação é de controle total, com uma entrega linear e constante de força que torna a pilotagem mais divertida e menos cansativa.

A versão com transmissão DCT (Dual Clutch Transmission), marca registrada da Honda, transforma completamente a experiência de condução. As trocas de marcha acontecem em milissegundos, sem trancos, sem hesitações — apenas fluidez. E para quem prefere o controle tradicional, a opção com câmbio manual de seis marchas mantém o charme e a conexão clássica entre piloto e máquina.

Mas o que realmente faz a NC750X 2026 brilhar é o equilíbrio entre sofisticação e praticidade. A posição de pilotagem continua confortável, o assento a 802 mm do solo garante confiança, e o guidão largo entrega uma sensação de domínio total sobre a moto. Ela é tão à vontade no trânsito quanto em viagens longas — o tipo de moto que parece feita sob medida para quem quer liberdade sem abrir mão de conforto.

E tem mais: o uso do Durabio™, material sustentável derivado de biomassa, mostra que a Honda não pensa apenas na performance, mas também no impacto ambiental. Essa nova composição está presente em diversas partes da carenagem e reforça o compromisso da marca com a inovação responsável.

A segurança também evoluiu. O antigo disco de freio único deu lugar a discos duplos de 296 mm na dianteira, garantindo frenagens mais precisas e seguras, especialmente em situações inesperadas. O ABS de dois canais completa o pacote, permitindo que o piloto explore toda a potência da moto sem abrir mão da confiança.

Para completar, o novo painel digital TFT é um espetáculo à parte. Personalizável, colorido e com excelente visibilidade até sob luz direta, ele conecta o motociclista ao coração eletrônico da máquina. Ali, cada informação pulsa com clareza: modos de pilotagem, controle de tração, consumo, temperatura e muito mais. É como se a moto respirasse junto com o piloto.

A cada aceleração, a NC750X 2026 reafirma o que sempre a diferenciou: é uma moto feita para o dia a dia, mas com alma de viagem. Versátil, moderna e surpreendentemente confortável, ela mostra que a evolução da linha NC não é apenas uma questão de potência — é uma questão de experiência.

A Honda NC750X 2026 e o poder da versatilidade

Poucas motos conseguem equilibrar tão bem praticidade e emoção quanto a Honda NC750X 2026. Ela não é apenas uma evolução da antiga NC700X — é a prova de que a Honda entende o que o motociclista moderno realmente quer: uma moto que encare o trânsito com leveza, mas que também esteja pronta para desbravar uma estrada no fim de semana.

Ao girar o acelerador, o motor bicilíndrico de 745 cc mostra todo o seu potencial. A entrega de torque em baixas e médias rotações é instantânea, tornando cada arrancada prazerosa e controlada. E o ronco do escapamento, com seu silenciador pentagonal, mantém aquele timbre encorpado que os fãs da marca tanto apreciam. É aquele som que parece dizer: “vamos rodar”.

A engenharia japonesa brilha em cada detalhe. O Throttle-by-Wire (TBW), ou acelerador eletrônico, permite ao piloto escolher diferentes modos de condução: Sport, Standard, Rain e até dois modos User configuráveis. Cada um muda completamente o comportamento da moto, adaptando potência, resposta do acelerador e controle de tração (HSTC – Honda Selectable Torque Control) conforme o terreno ou o humor do dia.

O HSTC é outro aliado valioso. Em pisos molhados ou irregulares, ele entra em ação para evitar derrapagens e garantir aderência total. São três níveis de atuação, além da opção de desligá-lo completamente — para quem gosta de sentir o poder puro da roda traseira no asfalto.

O câmbio que pensa junto com o piloto

Um dos maiores destaques da NC750X 2026 é o sistema DCT (Dual Clutch Transmission). Essa tecnologia, exclusiva da Honda, está em seu 15º ano de produção e continua impressionando. O segredo está nas duas embreagens coaxiais que alternam as marchas em apenas 70 milissegundos.

Isso significa que não há trancos, nem aquela transferência de peso que costuma desequilibrar a moto durante trocas de marcha. A condução se torna incrivelmente suave e contínua, ideal para viagens longas ou deslocamentos urbanos. E o melhor: o piloto pode optar entre o modo automático, onde a moto decide o momento certo para trocar, ou o modo manual, comandando tudo pelas borboletas no punho esquerdo.

Para quem prefere o tradicional, a versão MT (Manual Transmission) continua firme, equipada com embreagem deslizante assistida, que deixa as reduções mais leves e evita o travamento da roda traseira. É a união perfeita entre tradição e inovação.

Design que combina estilo e inteligência

A nova carenagem redesenhada dá à NC750X 2026 um visual mais robusto e moderno, sem perder o DNA aventureiro que a consagrou. O para-brisa ampliado oferece proteção eficiente contra o vento e a chuva, enquanto o conjunto óptico em LED dá aquele toque tecnológico de moto premium.

Mas não é só beleza. O design também foi pensado para facilitar a manutenção. As peças plásticas podem ser removidas com mais agilidade, e o banco com novas costuras e acabamento aprimorado reforça a sensação de conforto e qualidade.

O tradicional compartimento frontal de 23 litros, que já virou marca registrada da linha NC, segue sendo um trunfo em termos de praticidade. É ali que o motociclista guarda o capacete, o celular, a carteira, ou até um lanche para a estrada — sem precisar instalar baús extras. Agora, com porta USB-C, o espaço também se torna um ponto de recarga móvel.

E, claro, o toque de sustentabilidade não passa despercebido. O uso da resina Durabio™, derivada de biomassa, traz uma pegada ecológica sem comprometer a resistência e o acabamento. É o tipo de inovação silenciosa que mostra que performance e responsabilidade ambiental podem andar juntas.

Segurança e conforto de sobra

Quando o assunto é segurança, a Honda não economizou em avanços. O sistema de freios duplos dianteiros de 296 mm substitui o disco único anterior, elevando o nível de confiança nas frenagens mais exigentes. O ABS de dois canais atua de forma precisa, garantindo equilíbrio mesmo em pisos molhados.

Outro detalhe inteligente é o ESS (Emergency Stop Signal), que faz os piscas traseiros piscarem automaticamente em caso de desaceleração brusca. É aquele tipo de tecnologia que a gente espera nunca precisar, mas que faz toda a diferença quando entra em ação.

A suspensão Showa Dual Bending Valve (SDBV) é outro acerto notável. Ela adapta a compressão e o retorno de acordo com a velocidade do pistão interno, oferecendo um comportamento progressivo. Na prática, isso significa uma moto mais confortável nas ruas e mais estável nas curvas.

O assento a 802 mm do solo facilita o apoio dos pés, e o guidão largo oferece excelente controle. É fácil perceber que a ergonomia da NC750X foi pensada para longos trajetos — aquele tipo de conforto que só se nota depois de muitas horas de estrada sem dor nas costas.

Um painel que parece de nave espacial

O novo painel TFT colorido de 5 polegadas é uma atração à parte. Além de ser totalmente digital, ele tem grafismos personalizáveis e uma visibilidade impecável, mesmo sob o sol direto. O motociclista pode escolher entre três layouts de exibição — barra, círculo e simplificado — conforme a preferência pessoal.

Tudo foi feito para que as informações mais importantes fiquem sempre ao alcance dos olhos: modo de pilotagem, nível do HSTC, consumo instantâneo, autonomia, temperatura e até o status da porta USB-C. Pequenos detalhes que fazem grande diferença na vida real.

A alma aventureira da NC750X

A nova geração mantém viva a essência que conquistou os motociclistas desde a NC700X de 2012: a capacidade de ser duas motos em uma só. No trânsito urbano, ela é ágil e econômica, com autonomia que pode chegar a 380 km por tanque. Na estrada, se transforma em uma viajante incansável, com estabilidade, conforto e respostas precisas.

E para quem gosta de explorar, a linha de acessórios originais Honda Store completa o pacote. Estão disponíveis malas laterais, top box, kits de iluminação suplementar e itens de proteção, todos projetados especialmente para o modelo. Além disso, há uma coleção exclusiva de roupas técnicas desenvolvidas em parceria com a Alpinestars, incluindo jaqueta tipo parka e calça de pilotagem — um verdadeiro combo de estilo e segurança.

Preço, cores e garantia

A Honda NC750X MT tem preço sugerido de R$ 56.621,00, enquanto a versão DCT sai por R$ 61.948,00 (base São Paulo, sem frete ou seguro). As cores disponíveis são Vermelho Perolizado e Preto, clássicas e elegantes.

A garantia é outro ponto forte: 3 anos sem limite de quilometragem, com direito ao Honda Assistance, que cobre assistência 24h em diversos países da América do Sul — incluindo Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. É o tipo de cuidado que acompanha o piloto até mesmo fora do Brasil.

A primeira revisão deve ser feita aos 1.000 km ou 6 meses, e depois, a cada 6.000 km ou 6 meses. Um intervalo bem confortável, considerando a robustez e confiabilidade do conjunto mecânico.

Curiosidades que fazem da NC750X uma moto única

Entre os detalhes que passam despercebidos no primeiro olhar, a Honda NC750X 2026 esconde várias curiosidades que ajudam a explicar por que ela é tão respeitada entre os motociclistas — especialmente aqueles que gostam de misturar cidade e aventura.

Uma das mais interessantes está no motor inclinado a 62°. Essa característica não é apenas estética ou técnica: ela muda completamente o comportamento da moto. Ao abaixar o centro de gravidade, a NC ganha estabilidade em curvas e facilidade nas manobras lentas. É o tipo de engenharia invisível que se sente, mas quase nunca se vê.

Outra curiosidade é o compartimento de 23 litros, localizado onde, em outras motos, ficaria o tanque de combustível. A ideia nasceu de um simples insight dos engenheiros japoneses: o motor poderia ficar mais baixo, liberando o topo do chassi para armazenar objetos. Assim nasceu um dos diferenciais mais amados da NC — espaço para um capacete integral completo, e ainda sobra lugar para carteira, jaqueta leve ou lanche de estrada.

E já que o tanque “mudou de lugar”, ele agora fica sob o assento, o que melhora a distribuição de peso e facilita o reabastecimento. O piloto nem precisa descer da moto para abastecer, bastando levantar o banco. Um pequeno detalhe que, para quem viaja muito, faz uma enorme diferença.

O câmbio DCT e a engenharia por trás da suavidade

O sistema Dual Clutch Transmission é uma aula de tecnologia aplicada. As trocas de marcha ocorrem tão rápido — em 70 milissegundos — que o piloto mal percebe. O segredo está nas duas embreagens coaxiais: enquanto uma está engatada, a outra já prepara a próxima marcha. Isso evita qualquer perda de força e elimina solavancos.

O resultado é uma sensação contínua de aceleração, algo que lembra um carro esportivo automático de última geração. É tão fluido que, para muitos motociclistas, é difícil voltar a um câmbio convencional depois de experimentar o DCT. E o mais curioso: o sistema foi desenvolvido originalmente para competições, antes de chegar às motos de rua.

Além disso, a versão 2026 traz ajustes específicos para melhor manobrabilidade em baixas velocidades. Isso significa que, em subidas, retornos apertados ou engarrafamentos, a moto responde de forma mais natural e previsível. Um refinamento discreto, mas que mostra o nível de obsessão da Honda por conforto e controle.

O Durabio™ e a era da sustentabilidade nas duas rodas

O uso do Durabio™ é outro ponto curioso. Trata-se de uma resina feita a partir de biomassa, usada na carenagem, no para-brisa e em outras partes plásticas da moto. Além de ser mais leve, o material é altamente resistente à radiação ultravioleta e à abrasão — o que significa menos desgaste com o tempo e menor necessidade de substituições.

Essa inovação vem da mesma tecnologia aplicada pela Honda em automóveis e produtos eletrônicos. A marca vem apostando fortemente em materiais de origem renovável para reduzir a dependência do petróleo, e a NC750X 2026 é uma das primeiras motocicletas a incorporar isso de forma tão ampla.

É curioso pensar que uma moto com pegada aventureira, feita para enfrentar o asfalto e a terra, também representa um avanço ambiental importante. Ela é o símbolo de uma nova fase da indústria: mais potente, mais conectada e mais consciente.

Painel de 5 polegadas: o cockpit das motos modernas

O novo painel TFT de 5” poderia muito bem estar em um carro premium. Ele não apenas exibe informações; ele se comunica com o piloto. Os modos de visualização — barra, círculo e simplificado — permitem personalizar a leitura de acordo com o estilo de cada um.

E mais: o painel usa uma resina especial entre o vidro e o display, o que reduz reflexos e melhora a visibilidade sob o sol. É o tipo de detalhe que, em uma viagem longa, faz toda a diferença. Afinal, ninguém quer forçar a vista para checar o nível de combustível no meio da estrada.

Os engenheiros da Honda dizem que o painel foi projetado para parecer um instrumento vivo, que muda conforme o ritmo da pilotagem. E, de fato, cada cor, cada gráfico, parece respirar junto com o motor.

Detalhes que contam histórias

Até mesmo a chave de ignição tem um toque de inteligência. Ela incorpora o HISS (Honda Ignition Security System), que impede a partida caso o chip interno e a central eletrônica não façam leitura cruzada. Em outras palavras: mesmo que alguém tente ligar a moto com uma cópia física da chave, o motor simplesmente não responde.

Outro detalhe curioso é o ESS – Emergency Stop Signal, o sistema que pisca os indicadores de direção traseiros automaticamente em frenagens bruscas. Essa função, herdada de carros de luxo, aumenta a segurança dos veículos que vêm atrás e reduz o risco de colisões.

E há ainda a ergonomia “democrática”. Com altura de assento de 802 mm, a NC750X é acessível a pilotos de diferentes estaturas — um dos motivos pelos quais ela é tão popular entre homens e mulheres. O assento largo, o guidão alto e as pedaleiras bem posicionadas permitem horas de viagem sem desconforto, algo que quem já encarou 300 km de estrada valoriza profundamente.

A essência de uma moto feita para durar

Por trás da tecnologia, o que realmente faz a Honda NC750X 2026 ser especial é o equilíbrio. Ela não tenta ser apenas uma moto de aventura, nem apenas uma companheira urbana. Ela é o meio-termo perfeito — aquela moto que faz tudo bem.

E esse é talvez seu maior charme: não se limita a um tipo de motociclista. É ideal para quem sai cedo para o trabalho, para quem viaja no fim de semana ou para quem simplesmente ama sentir o vento no rosto sem pressa de chegar.

A cada versão, a NC mostra que a Honda entende como poucos o verdadeiro significado da palavra versatilidade. E agora, com mais tecnologia, mais segurança e até um toque de sustentabilidade, ela continua escrevendo sua história — uma história movida por confiança, conforto e liberdade.

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